Resenha: Olhos Prateados por Scott Cawthon

Hoje venho compartilhar com vocês minhas impressões sobre o livro Olhos Prateados de Scott Cawthon. O livro surgiu de origem do popular jogo de videogame “Five Nights at Freddy’s”, onde o jogador assume o papel se segurança em uma pizzaria. Porém, o local é recheado de animais animatrônicos e a noite eles ganham vida. Assim, surgiu o livro Olhos Prateados, onde os assassinatos ocorridos na pizzaria há muitos anos e o mistério dos animais animatrônicos serão resolvidos.

Vamos a sinopse:

“Charlie é a filha do dono da pizzaria Freddy Fazbear’s, o antigo ponto de encontro da cidade, onde ela e seus amigos passaram a infância. O lugar ficou famoso pelos enormes bonecos que pareciam ter vida própria e divertiam os clientes. Até que a brincadeira se tornou um pesadelo, quando o estabelecimento virou palco de terríveis assassinatos. Uma das vítimas foi Michael, amigo de Charlie, e o corpo do menino jamais foi encontrado. Depois da tragédia a pizzaria fechou as portas e Charlie viu sua família desmoronar.

Dez anos mais tarde o grupo de amigos de Charlie volta a cidade para uma homenagem à Michael. O tempo passou, mas eles continuam assombrados pelo que aconteceu.  Os adolescentes voltam a pizzaria totalmente abandonada com a intenção de resolver o mistério, mas logo eles descobrem que as coisas por lá, não são mais as mesmas.”

Minhas Impressões

Gênero:

O livro é categorizado como terror, assim como o jogo (já joguei e realmente é assustador), porém a história do livro não tem nada de assustadora. Se trata de um bando de adolescentes que invadem a pizzaria fechada há muitos anos e ocorre um pouco de suspense, mas definitivamente, não tem nada de terror no livro.

Capa:

Achei a capa um pouco perturbadora, não gostava de deixar o livro a vista quando não estava lendo haha.

Personagens:

Não senti nenhuma ligação com os personagens, a principal Charlie é bem chata. Achei que conheceríamos mais sobre a personalidade dela durante a leitura, mas não. Ela é o tipo de pessoa (na vida real) que guarda tudo para si, consequentemente não conseguimos saber muito qual é a dela no livro. Os demais personagens não foram explorados e por ser muitos, eu sempre esquecia quem era quem.

Conclusão:

Achei o livro Olhos Prateados bastante entediante de se ler. Costumo gostar de ler suspense, mistério e terror por me prender a atenção, esse não foi o caso. O livro é bastante descritivo, o que acaba não explorando muito a história em si e fica chato de ler. Usando a linguagem popular, parece que o autor “encheu de linguiça”. Dava para ter resolvido o mistério em 50 páginas.

Sobre os assassinatos, sim, eles chegam á uma conclusão do que aconteceu anos atrás, mas sinto que não ficou tão esclarecido, quando terminei de ler o livro, parece que ficou incompleto. Tudo bem que faz parte de uma trilogia e ainda não sabemos se vai continuar com o mesmo grupo de pessoas, mas mesmo assim, depois de tanta enrolação, o mínimo que devia ter acontecido era ter um final digno.

Não quero jogar um balde de água fria e se você tem interesse em ler os livros, vá em frente. Como estou acostumada a fazer leituras desse gênero, eu apenas esperava mais, o que não aconteceu.

E aí, vocês já tinham ouvido falar do livro Olhos Prateados? Conhecem os jogos? Deixem nos comentários!

Livro A Promessa de Harlan Coben

O livro A Promessa, foi o primeiro que li de Harlan Coben, gostei bastante da história, mas passou longe da minha lista de histórias favoritas. O livro é com o personagem Myron Bolitar, que também participa de outros livros do autor, só vim a descobrir isso depois de ter comprado o livro. Abaixo você encontra uma sinopse da história e minha opinião.

Sinopse:

“Depois de ouvir duas adolescentes trocando confidências no porão de sua casa, Myron faz com que as garotas prometam ligar para ele se um dia estiverem em alguma encrenca e não tiverem coragem de recorrer aos pais em busca de ajuda. Ele garante que irá em seu socorro sem questionamentos, qualquer que seja a situação. Alguns dias depois, às duas da manhã, seu telefone toca. É Aimee Biel, uma das garotas a quem oferecera apoio incondicional. Abalada e nervosa, ela pede que Myron a deixe em frente a uma casa numa rua deserta, o suposto endereço de uma amiga. Apesar de sentir que alguma coisa está errada, Myron honra sua palavra e não faz perguntas. Mas ele se arrependerá profundamente dessa decisão, porque talvez essa seja a última vez que Aimee será vista por alguém. Atormentado pela culpa – ao mesmo tempo que se torna o principal suspeito pelo misterioso desaparecimento –, Myron decide investigar o caso por conta própria. Envolvido numa trama cheia de promessas desfeitas e segredos devastadores, ele descobre que essa não será apenas uma busca por uma adolescente que sumiu: será também uma busca pela verdade em suas nuances mais sombrias.”

Numa festa em sua casa, Myron ouve a filha de sua namorada e a melhor amiga dela trocando confidências. Preocupado com as meninas, ele as faz prometer ligar para ele, caso tivessem em algum tipo de problema. Aimee leva a sério a oferta e realmente liga para ele.

Sem fazer perguntas, ele vai ao encontro dela e a leva até a casa de uma suposta amiga. Na manhã seguinte, Aimee é dada como desaparecida. Sentindo-se culpado, Myron promete a Claire, sua amiga e mãe de Aimee que encontrará a garota. A partir daí uma série de segredos virão à tona.

Minha opinião:

Eu sou muito fã de livros de mistério policial. Embora tenha gostado da história de A Promessa, que explora assuntos como violência doméstica, tráfico, pedofilia e aborto eu não curti o livro como um todo. Não senti nenhuma ligação com o personagem principal, que fiquei sabendo depois que protagoniza outros livros do autor Harlan Coben. E também não gostei da escrita, mas acho que isso foi algo particular.

Durante a história, ficamos muito curiosos para saber o que realmente aconteceu com Aimee. Isso nos faz querer ler mais e mais, porém, o final de A Promessa, pelo menos para mim, foi um pouco decepcionante. Embora tenha explorado temas reais, eu esperava mais do final, contando que o livro todo nos envolvia de uma forma bastante eletrizante.

Mas não se deixe abalar por essa impressão, pois como disse anteriormente, a história em si é boa, e vale muito a pena conferir. Caso você já conheça outras obras de Harlan Coben e goste do autor e suas obras, confira A Promessa com certeza!

E aí, já tinham ouvido falar desse livro antes? Qual o gênero de livros favorito de vocês? Deixem nos comentários!

Resenha Única Filha por Anna Snoekstra

Anna Snoekstra é uma autora australiana e o livro Única Filha foi a primeira obra que li dela. O gênero é um Thriller, misturado com um Suspense policial. Gostei muito do livro e fiquei sabendo que os direitos autorais já foram vendidos para que vire filme.

Sinopse:

“Em 2003, Uma Adolescente De 16 Anos desapareceu. Rebecca Winter estava curtindo suas férias de verão. Trabalhava em uma lanchonete, tinha uma queda por um rapaz mais velho e saía com sua melhor amiga. Mas coisas estranhas surgiam ao seu redor: ela encontrou sangue em sua cama, passou a ter surtos de amnésia, sentia-se vigiada. Ainda assim, nada disso preparou Rebecca Winter para o que estava prestes a acontecer. Onze anos depois, a garota desaparecida foi substituída. Para fugir da prisão, uma jovem mulher declara ser a adolescente desaparecida anos atrás. A impostora assume a vida de Rebecca Winter. Dorme em sua cama. Abraça seu pai e sua mãe. Aprende os nomes de suas melhores amigas. Brinca com seus irmãos. Mas a família e os amigos de Rebecca não são quem dizem ser.”

Minha opinião:

Fui convencida a levar o livro só pela sinopse, é o tipo de livro que eu adoro ler. Prende a atenção do leitor com o suspense e o final é surpreendente. Durante a leitura, acompanhamos duas histórias, a da verdadeira Rebecca Winter antes do seu desaparecimento e da garota que a substitui no tempo presente. A garota que substitui Rebecca, é presa ao tentar roubar uma loja. Para fugir da prisão, se declara como sendo a garota de 16 anos que tinha desaparecido 11 anos antes.

Por ser muito parecida com Rebecca Winters, ninguém desconfia que ela não é a filha, amiga e irmã que se declara ser, fora que 11 anos tinham se passado. Logo sua nova vida começa a não ser tão perfeita assim, pois a pessoa que desapareceu com Rebecca pode estar a espreita, sabendo que ela não é a verdadeira. Logo a falsa Rebecca começa a achar que cometeu um erro ao se passar por Rebecca Winters.

O livro tem muito suspense que vai aumentando a cada página, nos prendendo do começo ao fim. Durante a leitura, você começa a suspeitar dos personagens, mas te garanto que o final não vai ser nada do que você espera.

Enfim, gostei muito de Única Filha e se você está a procura de um bom livro para ler, recomendo esse sem sombra de dúvidas, é extremamente viciante e dá para terminar rápido.

Vocês já conheciam Única Filha? O que acham de suspense policial? Deixem nos comentários!

Resenha: A Garota do Lago por Charlie Donlea

Tenho lido tanto livro ultimamente que tenho resenhas planejadas até para o próximo mês, e todos os livros que li, foram impressionantes e precisam ser lidos. Com A Garota do Lago não foi diferente. É um livro de suspense/thriller policial, onde na sinopse já podemos ler “Alguns lugares parecem belos demais para serem tocados pelo horror…”. Bem legal né, se você curte livros desse gênero, dá uma olhada abaixo:

Sinopse:

“Summit Lake, uma pequena cidade entre montanhas, é esse tipo de lugar, bucólico e com encantadoras casas dispostas à beira de um longo trecho de água intocada. Duas semanas atrás, a estudante de direito Becca Eckersley foi brutalmente assassinada em uma dessas casas. Filha de um poderoso advogado, Becca estava no auge de sua vida. Atraída Instintivamente pela notícia, a repórter Kelsey Castle vai até a cidade para investigar o caso. …E Logo Se Estabelece Uma Conexão Íntima Quando Um Vivo Caminha Nas Mesmas Pegadas Dos Mortos…E enquanto descobre sobre as amizades de Becca, sua vida amorosa e os segredos que ela guardava, a repórter fica cada vez mais convencida de que a verdade sobre o que aconteceu com Becca pode ser a chave para superar as marcas sombrias de seu próprio passado.”

Minha Opinião:

O livro A Garota do Lago é o livro de estreia de Charlie Donlea e que estreia! Logo quando começamos a leitura, podemos viver junto com Becca seus últimos momentos de vida.

“Ferida e sangrando, Becca ficou ali, desfalecida, acordando cada vez que ele a maltratava em ondas coléricas, violentas”.

Após esse início eletrizante, continuamos a leitura entre passado e presente. Onde podemos conhecer a vida de Becca desde 14 meses antes da sua morte. Nesses capítulos, podemos conhecer Becca, que estudava advocacia e seus amigos. No presente, acompanhamos a reporter Kelsey Castle à medida que a mesma investiga a morte de Becca.

Kelsey se identifica com Becca e faz de tudo para descobrir a verdade, mesmo que isso à leve para a prisão. A morte de Becca fica cada vez mais suspeita, à medida que Kelsey sente que alguém está tentando encobrir algumas informações importantes da noite que Becca morreu.

Vale muito a pena ler, é um bom thriller para ler numa tarde preguiçosa e chuvosa! E aí, já tinham ouvido falar de A Garota do Lago? Deixem nos comentários!

Conheça a série de sucesso The Handmaids Tale

A série The Handmaids Tale produzida pelo canal Hulu foi um surpresa e tanto e tem feito sucesso entre os críticos. A série que é inspirada no livro de Margaret Atwood, que recebe o nome de O Conto de Aia aqui no Brasil.

The Handmaids Tale nos apresenta um futuro repressivo, onde a infertilidade chegou ao mundo e poucas mulheres conseguem gerar filhos. O sistema é então dividido em castas, onde as poucas mulheres que conseguem gerar filho são enviadas para servir a alta classe, como se fossem concubinas (as chamadas aias no livro).

A série foca em diversos problemas que podemos encontrar no mundo atual, como a divisão de classes, os direitos entre as mulheres e os homens e a objetificação dos corpos.

Na história acompanhamos a vida de Offered (Elisabeth Moss), que foi sequestrada e separada da sua filha para se tornar uma concubina. No primeiro episódio somos apresentados ao presente e passado da vida da personagem, assim como nos episódios subsequentes.

Nos flaskbacks aprendemos como Offered chegou onde está. A personagem, apesar de tudo e tendo que se adaptar no novo mundo, é uma mulher forte que está fazendo de tudo para se adaptar e ter uma chance de encontrar sua filha novamente.

Vale muito a pena conferir The Handmaids Tale, a série já causou tão boa impressão que já foi renovada para segunda temporada. Além de Elisabeth Moss, encontra-se no elenco a Alexis Bledel (Rory de Gilmore Girls) e Joseph Fiennes.

Confira o trailer:

E aí, já tinha ouvido falar de The Handmaids Tale? O que acham de séries que exploram os problemas da sociedade? Deixem nos comentários!

A lição que o livro Pollyanna nos ensina

Acredito que a maioria das pessoas conhece o livro Pollyanna de Eleanor H. Porter. Um clássico da literatura infantil-juvenil, Pollyanna deve ser lido pelo menos uma vez na vida. A primeira vez que li a obra, ainda estava no ensino fundamental e confesso que não gostei nem um pouco do livro. Isso porque na época, eu não entendi a mensagem que o livro passava. Hoje, após ter lido novamente o livro há algumas semanas, compartilho com vocês, a lição que o livro Pollyanna nos ensina. Antes de me aprofundar nesse tópico, deixe-me explicar do que se trata a história.

No livro, acompanhamos Pollyanna. Uma garota de 11 anos que vive apenas com seu pai, um pastor. Porém, a garota perde o pai, ficando órfã e é enviada para viver com sua tia Polly num pequeno povoado inglês. Tia Polly é uma senhora amarga, que recebe a menina apenas como um dever. Logo a menina começa a contagiar os moradores com o jogo do contente, que ela aprendeu com seu pai, no qual consiste em ver o lado bom das coisas.

Após ter lido o livro novamente, com uma visão e experiência de vida diferente, consigo ver o quanto a leitura de Pollyanna é importante para qualquer idade. As vezes só enxergamos o lado ruim de qualquer coisa e consequentemente atraímos mais coisas negativas na nossa vida. E acaba que nunca estamos satisfeitos.

É como ganhar um bolo de chocolate e querer um bolo de cenoura e não ficar satisfeita com o presente. No livro, aprendemos que sempre há um lado bom para qualquer acontecimento nas nossas vidas. Esse é um exemplo simples para entendermos como funciona o jogo. No livro, Pollyanna diria que deveríamos ficar contente em ter ganhado o bolo de chocolate e não o de cenoura, caso contrário nunca saberíamos o quão gostoso é um bolo de chocolate.

Podemos levar essa lição para a nossa vida, por exemplo, um funcionário que não recebe um aumento pelo qual estava esperando. Ele pode ficar contente, pois mesmo não recebendo o aumento, ele ainda tem um emprego e não foi demitido. Assim, consequentemente acabaremos em ver o lado bom de tudo, naturalmente.

E aí, o que acharam sobre a lição que o livro Pollyanna nos ensina? Já leram o livro? Deixem nos comentários!

2 filmes que nos passam uma lição de vida

Nada nos dá mais satisfação que filmes que além de servir de distração, nos trazem uma lição. Hoje comento sobre 2 filmes que nos passam uma lição de vida, mas se pararmos para observar, vamos ver que tem uma infinidade de produções que nos ensinam algo, seja na nossa vida pessoal ou profissional. Eu amo assistir filmes que nos fazem refletir, inspirar-se e motivar-se. Foi por isso que decidi falar sobre dois filmes que assisti e que consegui tirar algo de bom das produções.

1 – A Procura da Felicidade

Sei que parece super clichê, mas esse é um dos meus filmes favoritos. Podemos acompanhar Chris Gardner (Will Smith) ir parar no fundo do poço e ainda assim não desistir. Ele é despejado do seu apartamento, sua esposa, cansada da situação, o abandona e o deixa para criar o filho sozinho. Chis e seu filho, sem dinheiro algum, são obrigados a viver em abrigos. Mas Chris está determinado a conseguir uma vida melhor. Para isso ele se esforça muito, chegando a fazer um estágio sem remuneração, em busca de ser contratado pela empresa.

Podemos identificar em Chris a persistência e a força de vontade. E quantas vezes já não pensamos em desistir de tudo quando a situação fica um pouco mais difícil, não é mesmo? Mas aquela gotinha de força de vontade dentro de nós, nos faz seguir em frente.

Lição Aprendida:

Nunca deixe ninguém lhe dizer que você não é capaz de fazer algo.

2 – Orgulho e Preconceito

Meu filme favorito de toda a vida. Pode parecer apenas um romance, mas existe algumas mensagens por detrás, vou comentar de uma. Elisabeth Bennet (Keira Knightly) é uma entre 5 irmãs, vivendo no século 19, onde o sexo feminino vivia basicamente em função do sexo masculino. Na época, as mulheres não tinham direito à herança. E assim que o pai das meninas morressem, toda a herança da família ia para o membro masculino mais próximo da família. O que faria com que as meninas fossem deixadas sem dinheiro e sem casa.

Isso explica o desespero até meio irritante da mãe de Elisabeth ao tentar fazer com que todas as suas filhas se casem com homens ricos. Num dos bailes que acontece na história, Elisabeth cruza seu caminho com Mr.Darcy. Elisabeth logo mostra seu desprezo por ele, ao imaginar que ele é um homem arrogante e sem tato, considerando que é um dos homens mais ricos do baile. Conforme a história corre, descobrimos que Mr. Darcy na verdade é um bom homem, que acaba, inclusive, ajudando a família de Elisabeth.

Lição Aprendida:

Não julgue o livro pela capa.

E aí, o que acharam desses 2 filmes que nos passam uma lição de vida? Quais outros filmes que vocês assistiram que passou uma boa mensagem? Deixem nos comentários!

Resenha Base Studio Fix Fluid da MAC

Já faz uns dois anos que uso a Base Studio Fix Fluid da MAC e até hoje não achei outra base que eu goste tanto. A MAC nos fala que a Studio Fix é uma base de cobertura média, com acabamento matte e com proteção solar de FPS 15.

Comprei a minha na Sephora pelo valor de R$125,00. Já é o segundo vidro que eu compro e acredito que vale o investimento. Abaixo separo em prós e contras sobre a base Studio Fix Fluid da MAC.

Prós:

  • É fácil de espalhar e não craquela
  • Boa cobertura
  • Deixa a pela com a sensação de aveludada
  • Não é grudenta
  • Aguenta umas 4 horas de boa

Contras:

  • Transfere um pouco
  • Não tem pump no vidro (a não ser que você compre separado)

Como vocês podem ver, consegui ver mais prós do que contras ao testar a base. Quanto a oleosidade, achei que aguentou bem, mesmo em temperaturas mais quentes. E apesar de ter boa cobertura, não fica com aquele aspecto de reboque. Fora que ela deixa o rosto bem sequinho, mas sem ser super matte, o que gosto bastante, caso contrário, poderia craquelar. Sou branca e uso a cor NC15.

E aí, vocês já usaram a base Studio Fix Fluid da MAC? Qual outra base com boa cobertura vocês indicam? Deixem nos comentários!

Resenha – O casal que mora ao lado – Shari Lapena

A coisa mais gostosa que tem é circular pela livraria procurando por livros que te fazem querer sentar ali mesmo e começar a ler. Foi assim quando peguei o livro O Casal que mora ao lado, na Saraiva. Li a sinopse e me cativou completamente. E devo dizer que a sinopse fez jus a história, pois foi uma das melhores obras que já li.

Sinopse:

“É o aniversário de Graham, e sua esposa, Cynthia, convida os vizinhos, Anne e Marco Conti, para um jantar. Marco acha que isso será bom para a esposa; afinal, ela quase nunca sai de casa desde o nascimento de Cora e da depressão pós-parto. Porém, Cynthia pediu que não levassem a filha. Ela simplesmente não suporta crianças chorando.

Marco garante que a bebê vai ficar bem dormindo em seu berço. Afinal, eles moram na casa ao lado. Podem levar a babá eletrônica e se revezar para dar uma olhada na filha. Tudo vai dar certo. Porém, ao voltarem para a casa, a porta da frente está aberta; Cora desapareceu. Logo o rapto da filha faz Anne e Marco se envolverem em uma teia de mentiras, que traz à tona segredos aterradores.”

O que eu achei:

A história de O Casal que mora ao lado é bem envolvente. Começamos com Marco e Anne indo jantar na casa dos vizinhos e deixando a filha bebê de 6 meses em casa sozinha. O casal fica olhando (ou melhor, ouvindo) a filha por um monitor de bebê que está sem imagem e eles conseguem só ouvir o som. E eles ainda concordam entre si de ir dar uma olhada na filha de 30 em 30 minutos.

Quem deixaria a filha bebê sozinha não é mesmo? Mas deixando isso de lado, parece que o plano está dando certo. Eles passam a noite checkando a filha e quando vão embora, por volta da 1 da manhã, a menina tinha desaparecido. O mundo parece desabar para o casal, principalmente para Anne, que sofre de depressão pós parto. Conforme a polícia chega e começa a fazer perguntas, parece que não é um simples sequestro. Aos poucos, segredos vão sendo revelados e para nossa sorte logo na metade do livro já descobrimos muita coisa, inclusive quem levou a menina.

Enfim, é um bom livro que aguça a nossa curiosidade e nos faz querer continuar lendo para saber como vai ser o desfecho. Se você está a procura de um bom livro de mistério e policial, vale a pena conferir esse.

E aí, o que acharam da resenha de O casal que mora ao lado? Já conheciam? Deixem nos comentários!

Nunca olhe para dentro por Amanda Ágatha Costa

Hoje contamos com post extra na semana para compartilhar uma obra bem bacana da autora Amanda Ágatha Costa com o título de Nunca olhe para dentro. A moça já publicou o livro A Escolhida, que inclusive tem resenha aqui no blog.

Mas como o talento dela não é pouco, já temos a vista uma nova obra com lançamento previsto para agosto/setembro na Amazon. Para deixar um gosto de quero mais e você já incluir na sua wishlist, confira abaixo a sinopse.

“Nem sempre a vida é colorida como um quadro ou suave como uma pincelada, às vezes é o contrário de tudo isso. Depois de perder os pais em um acidente de carro aos oito anos de idade, a única coisa que Betina precisa fazer é encontrar o responsável por ter destruído sua família na noite que daria início à sua próspera carreira como pintora.
Agora longe dos pinceis e das paletas, ela está focada em terminar a primeira graduação e procurar na justiça um pouco de consolo para o caos que o seu passado ainda traz.
Ao lado de seus amigos e sob o teto de uma tia que a detesta, ela perceberá de que cores as pessoas são feitas, e do quanto é realmente necessário olhar para dentro de tudo aquilo que a assombra, mesmo que para isso precise passar por uma inesperada decepção.”

Incrível não é mesmo gente? Quem mais está ansiosa para chegar logo Agosto e dar uma conferida em Nunca olhe para dentro? Deixem nos comentários!