3 livros favoritos da minha estante

Hoje venho falar de 3 livros favoritos da minha estante. Caso você esteja procurando por uma nova leitura, pode gostar da dica. Tenho vários livros que gosto e guardo com carinho, mas esses três que vou comentar, tem estado na minha lista de favoritos por muito tempo. São eles:

  • Orgulho e Preconceito – Jane Austen
  • A Casa Torta – Agatha Christie
  • Girlboss – Sophia Amaruso

Cada um deles, possui um gênero e uma proposta diferente. ORGULHO E PRECONCEITO parece ser apenas mais um romance de época da Jane Austen, mas na verdade, conseguimos identificar uma mensagem no livro através da personagem de Elisabeth Bennet, do qual é não podemos julgar as pessoas apenas pela aparência.

A CASA TORTA é um livro policial de Agatha Christie que acho muito interessante, nos faz exercitar nosso cérebro em busca da verdade enquanto fazemos a leitura, que no final é surpreendente e mesmo sendo ficção, podemos ver  o quanto o ser humano é ardiloso.

E por fim, temos GIRBOSS, que é uma autobiografia de Sophia Amaruso do qual podemos aprender muito com a leitura, podemos e devemos ir atrás dos nossos sonhos e objetivos e não importa o que falem, também somos uma Girlboss na vida.

Caso tenha se interessado por alguma dessas leituras, dá uma olhada na sinopse de cada uma das obras:

1 – Orgulho e Preconceito

“O romance retrata a relação entre Elizabeth Bennet (Lizzy) e Fitzwilliam Darcy na Inglaterra rural do século XVIII. Lizzy possui outras quatro irmãs, nenhuma delas casadas, o que a Sra. Bennet, mãe de Lizzy, considera um absurdo. Quando o Sr. Bingley, jovem bem sucedido, aluga uma mansão próxima da casa dos Bennet, a Sra. Bennet vê nele um possível marido para uma de suas filhas. Enquanto o Sr. Bingley é visto com bons olhos por todos, o Sr. Darcy, por seu jeito frio, é mal falado. Lizzy, em particular, desgosta imensamente dele, por ele ter ferido seu orgulho na primeira vez em que se encontram. A recíproca não é verdadeira. Mesmo com uma má primeira impressão, Darcy realmente se encanta por Lizzy, sem que ela saiba do fato. A partir daí o livro mostra a evolução do relacionamento entre eles e os que os rodeiam, mostrando também, desse modo, a sociedade do final do século XVIII.”

2 – A Casa Torta

“Nos arredores de Londres há uma mansão com uma inusitada característica: ela é torta. É ali que o milionário octogenário Aristide Leonides mora com a esposa, cinquenta anos mais jovem, além de filhos, noras, netos e uma cunhada, irmã da primeira mulher. Quando a polícia descobre que o patriarca foi envenenado, todos os habitantes da casa se tornam suspeitos, e a discórdia passa a imperar entre os membros da família – sobretudo, olhares desconfiados recaem sobre a jovem viúva. A neta mais velha de Aristide, Sophia, junta-se ao namorado para tentar chegar ao fundo do mistério sobre a morte do avô.”

3 – Girlboss

“Sophia Amoruso passou a adolescência viajando de carona, furtando em lojas e revirando caçambas de lixo. Aos 22 anos ela havia se conformado em ter um emprego, mas ainda estava sem grana, sem rumo e fazendo um trabalho medíocre que assumiu por causa do seguro-saúde. Foi aí que Sophia decidiu começar a vender roupas de brechó no eBay. Oito anos depois, ela é a fundadora, CEO e diretora criativa da Nasty Gal, uma loja virtual de mais de 100 milhões de dólares, com mais de 350 funcionários. Além da história de Sophia, o livro cobre vários outros assuntos e prova que ser bem-sucedido não tem nada a ver com a sua popularidade; o sucesso tem mais a ver com confiar nos seus instintos e seguir a sua intuição. Uma história inspiradora para qualquer pessoa em busca do seu próprio caminho para o sucesso.”

E aí, o que acharam desses 3 livros favoritos da minha estante? Qual ou quais livros também passaram uma mensagem significativa para vocês? Deixem nos comentários!

 

2 filmes que nos passam uma lição de vida

Nada nos dá mais satisfação que filmes que além de servir de distração, nos trazem uma lição. Hoje comento sobre 2 filmes que nos passam uma lição de vida, mas se pararmos para observar, vamos ver que tem uma infinidade de produções que nos ensinam algo, seja na nossa vida pessoal ou profissional. Eu amo assistir filmes que nos fazem refletir, inspirar-se e motivar-se. Foi por isso que decidi falar sobre dois filmes que assisti e que consegui tirar algo de bom das produções.

1 – A Procura da Felicidade

Sei que parece super clichê, mas esse é um dos meus filmes favoritos. Podemos acompanhar Chris Gardner (Will Smith) ir parar no fundo do poço e ainda assim não desistir. Ele é despejado do seu apartamento, sua esposa, cansada da situação, o abandona e o deixa para criar o filho sozinho. Chis e seu filho, sem dinheiro algum, são obrigados a viver em abrigos. Mas Chris está determinado a conseguir uma vida melhor. Para isso ele se esforça muito, chegando a fazer um estágio sem remuneração, em busca de ser contratado pela empresa.

Podemos identificar em Chris a persistência e a força de vontade. E quantas vezes já não pensamos em desistir de tudo quando a situação fica um pouco mais difícil, não é mesmo? Mas aquela gotinha de força de vontade dentro de nós, nos faz seguir em frente.

Lição Aprendida:

Nunca deixe ninguém lhe dizer que você não é capaz de fazer algo.

2 – Orgulho e Preconceito

Meu filme favorito de toda a vida. Pode parecer apenas um romance, mas existe algumas mensagens por detrás, vou comentar de uma. Elisabeth Bennet (Keira Knightly) é uma entre 5 irmãs, vivendo no século 19, onde o sexo feminino vivia basicamente em função do sexo masculino. Na época, as mulheres não tinham direito à herança. E assim que o pai das meninas morressem, toda a herança da família ia para o membro masculino mais próximo da família. O que faria com que as meninas fossem deixadas sem dinheiro e sem casa.

Isso explica o desespero até meio irritante da mãe de Elisabeth ao tentar fazer com que todas as suas filhas se casem com homens ricos. Num dos bailes que acontece na história, Elisabeth cruza seu caminho com Mr.Darcy. Elisabeth logo mostra seu desprezo por ele, ao imaginar que ele é um homem arrogante e sem tato, considerando que é um dos homens mais ricos do baile. Conforme a história corre, descobrimos que Mr. Darcy na verdade é um bom homem, que acaba, inclusive, ajudando a família de Elisabeth.

Lição Aprendida:

Não julgue o livro pela capa.

E aí, o que acharam desses 2 filmes que nos passam uma lição de vida? Quais outros filmes que vocês assistiram que passou uma boa mensagem? Deixem nos comentários!

3 Filmes clássicos que você precisa assistir

Mesmo romance não sendo um gênero que eu curta muito, filmes clássicos e românticos sempre ocuparam um lugar especial no meu coração. Os inspirados nas obra da Jane Austen são meus favoritos. Quando estou naquele período que não sei o que assistir mas quero assistir algo, sempre acabo assistindo Orgulho e Preconceito ou algum outro. Hoje vou compartilhar 3 Filmes Clássicos que você precisa assistir pelo menos uma vez na vida.

Orgulho e Preconceito

Meu filme favorito para a vida. Inspirado na obra de mesmo nome da autora Jane Austen. O enredo é situado na Inglaterra de 1797, onde 5 irmãs foram criadas por uma mãe obececada em achar maridos ricos que garantissem o futuro das meninas e da família. Elisabeth, deseja mais do que casar e se dedicar à um marido, no que é totalmente apoiada pelo pai. Quando Mr.Bingley, um solteiro rico aparece na cidade, as irmãs ficam agitadas graças a influência da mãe. Jane irmã mais velha de Elisabeth logo parece que vai conquistar o coração de Mr.Bingley, enquanto Elisabeth conhece o amigo deste, Mr. Darcy que é rico, porém extremamente esnobe.

Jane Eyre

Já assisti várias versões da história inspirada na obra da Charlotte Bronte, mas essa versão de 2011 é minha favorita. Após uma infância triste, Jane Eyre (Mia Wasikowska) resolve se tornar uma governanta. Ele aceita um emprego no Thornfield Hall, onde conhece o misterioso e frio dono da casa, Sr. Rochester (Michael Fassbender). Aos poucos, eles se aproximam e Jane começa a se apaixonar pelo patrão. A jovem aproveita a recém descoberta felicidade, mas os segredos desse homem podem destruir esse sentimento.

Mansfield Park

Outro filme inspirado na obra também de mesmo nome da Jane Austen. Na história conhecemos Fanny Price, que é enviada pela família para viver com seus tios em Mansfield Park. A garota se esforça para se adaptar ao novo estilo de vida e já adulta começa atrair a atenção dos homens, aprendendo sobre a política sexual da alta sociedade ao longo do tempo.

E aí, o eu acharam desses 3 filmes clássicos? Já tinham assistido algum desses? Deixem nos comentários!

Meu livro favorito: Orgulho e Preconceito

Hoje vou comentar sobre meu livro favorito e as razões porque gosto dele. Eu amo ler, acredito que essa paixão por leitura foi o que alimentou minha vontade de escrever. Assim como quando escrevo, quando estou lendo, me sinto relaxada, esqueço dos problemas e entro mesmo na história, desde que seja uma história envolvente é claro.

Se você teve que ler a mesma página duas vezes, significa que a história não é interessante para você ou aquela não é uma boa hora para ler. Acho que para tudo se tem um momento, meus horários preferidos de ler, são antes de dormir ou quando estou esperando alguma coisa, como ser atendida no médico. Eu queria muito ler em carro em alguma viagem, acho que é um horário perfeito, mas sempre me sinto enjoada, com vocês acontece isso também?

Eu comecei a ler livros, assim que aprendi a ler. Antes disso, eu lembro que minha irmãs liam bastante para mim, acredito que isso contribuiu muito para eu adquirir o gosto para leitura. Vou falar do livro que realmente amo, do tipo que eu brigaria com alguém caso falassem mal deles (só um exemplo surreal para demonstrar como eu amo mesmo os livros).

Acredito que eu já tenha falado antes da Jane Austen, ela é uma das minhas escritoras favoritas. O nome dela possui grande peso na literatura inglesa e ela viveu nos anos de 1775 à 1817, algo em torno do século XIX. Eu descobri ela, nem foi pelos livros, mas pelo filme baseado no livro Orgulho e Preconceito. Eu assisti o filme e me apaixonei pela história, depois disso sai em busca do livro. Vou falar sobre ele, vamos lá?

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Orgulho e Preconceito

A obra retrata a vida de um sociedade rural daqueles tempos (século XIX) e conta as primeiras impressões de Elisabeth Bennet em relação ao arrogante Darcy, o livro, inclusive foi titulado assim para descrever a maneira como Elisabeth e Darcy se viam assim que se conheceram.

A personagem principal do livro é Elisabeth Bennet, ela possui uma mente ágil e a língua afiada. A irmã mais velha de Elisabeth, Jane, é bem gentil. O Sr. Bennet, o pai, passa a maior parte do tempo em seu escritório, estudando e gosta de fazer comentários sarcásticos em relação a sua família. A outras irmãs de Elisabeth, consistem em Mary, que é apaixonada por livros, enquanto as outras Kitty e Lydia são descuidadas e vivem atrás de namorados.

E por fim, tem a Sra. Bennet que está desesperada em conseguir bons partidos para as suas filhas. O desespero dela se dá pelo fato que devido a família não ter nenhum herdeiro masculino, todo o patrimônio que a família possui será passado para o próximo herdeiro masculino da família, que no caso é um primo distante, o Sr.Collins.

Infelizmente é assim que as coisas funcionavam no passado. Chega então na cidade, o Sr. Bingley e o Sr. Darcy que são bem ricos. A Sra. Bennet então vai procurar uma maneira de apresentar suas filhas ao Sr. Bingley e consequentemente o Sr. Darcy.

O que amei no livro, além do romance de Elisabeth e Darcy que se apaixonam aos poucos e o amor deles é construído conforme o desenrolar da história, foi a personalidade de Elisabeth. Ela enxerga mais do que as pessoas, o que há de ridículo e passageiro na sociedade do século XIX da Inglaterra, ela tem apenas 20 anos, mas tem uma visão bastante aguçada do que é realmente a sociedade e sabe fazer escolhas próprias.

Um exemplo disso é em uma passagem do livro quando ela recusa a proposta de casamento feita pelo Sr.Collins. Ele não acredita na possibilidade de ela sequer recusá-lo e acha que a negativa dela é frescura de mulher que diz não, quando na verdade quer dizer sim. Quando ele sugere isso à ela, ela responde:

Posso lhe garantir, senhor, que não tenho nenhuma pretensão a um tipo de elegância que consiste em atormentar homens respeitáveis.  Preferiria o elogio de me acreditar uma pessoa sincera. […] Como posso ser mais clara? Não me considere neste momento um exemplo de elegância feminina desejando enfeitiçá-lo, mas uma criatura racional, falando a verdade de seu coração.”

Ela é tão maravilhosa e feminina, o mais incrível de tudo isso, é que Jane Austen conseguia ter essa visão da sociedade, a visão que Elisabeth tinha era o que Jane tinha daquele século e ao contrário de muitas pessoas superficiais que se encaixam nos moldes da sociedade apenas para se encaixar, elas enxergavam além e tinham pensamentos e decisões por si mesmas. Para fechar, vejam mais essa passagem que descreve o caráter de Elisabeth mais uma vez:

Em uma passagem do livro, é descrito uma conversa na casa de Bingley, onde Darcy e a irmã de Bingley enumeram uma lista de qualificações que uma moça precisa para ser considerada bem educada. Darcy diz que conhecia apenas seis mulheres que possuíam as características descritas, Elisabeth se dirige então à ele e diz:

“Já não me surpreende que conheça apenas seis mulheres prendadas.  Chego a duvidar que você conheça uma única”.

Elisabeth acha um absurdo o fato que para uma moça ser educada, tivesse que ter determinadas qualificações e infelizmente era assim naquela época, mas mais uma vez, Jane Austen nos surpreende, passando a visão da sociedade e como ela via, fatos descritos no caráter da personagem criada por ela.

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Esse é o post de hoje, tive o maior prazer de escrever, porque é incrível perceber que não importa o século que você vive, você não precisa se encaixar no molde de perfeição que a sociedade te apresenta, você apenas precisa ser você mesma e falar abertamente sobre o que você acredita, sem medo de ser feliz.

O que vocês acharam do meu livro favorito? Também quero saber se á leram Orgulho e Preconceito ou algum livro da Jane Austen. Comentem aqui embaixo!