Conheça a série de sucesso The Handmaids Tale

A série The Handmaids Tale produzida pelo canal Hulu foi um surpresa e tanto e tem feito sucesso entre os críticos. A série que é inspirada no livro de Margaret Atwood, que recebe o nome de O Conto de Aia aqui no Brasil.

The Handmaids Tale nos apresenta um futuro repressivo, onde a infertilidade chegou ao mundo e poucas mulheres conseguem gerar filhos. O sistema é então dividido em castas, onde as poucas mulheres que conseguem gerar filho são enviadas para servir a alta classe, como se fossem concubinas (as chamadas aias no livro).

A série foca em diversos problemas que podemos encontrar no mundo atual, como a divisão de classes, os direitos entre as mulheres e os homens e a objetificação dos corpos.

Na história acompanhamos a vida de Offered (Elisabeth Moss), que foi sequestrada e separada da sua filha para se tornar uma concubina. No primeiro episódio somos apresentados ao presente e passado da vida da personagem, assim como nos episódios subsequentes.

Nos flaskbacks aprendemos como Offered chegou onde está. A personagem, apesar de tudo e tendo que se adaptar no novo mundo, é uma mulher forte que está fazendo de tudo para se adaptar e ter uma chance de encontrar sua filha novamente.

Vale muito a pena conferir The Handmaids Tale, a série já causou tão boa impressão que já foi renovada para segunda temporada. Além de Elisabeth Moss, encontra-se no elenco a Alexis Bledel (Rory de Gilmore Girls) e Joseph Fiennes.

Confira o trailer:

E aí, já tinha ouvido falar de The Handmaids Tale? O que acham de séries que exploram os problemas da sociedade? Deixem nos comentários!

3 Motivos para assistir Riverdale

Logo quando pensei que ia ficar orfã de The Vampire Diaries e Pretty Little Liars, apareceu uma série, que espero que tenha vindo para ficar. Riverdale é uma série inspirada nos quadrinhos “Archie” de 1941. Até começar a ver propaganda sobre a série, eu completamente desconhecia as histórias em quadrinho “Archie”, então tudo que estou vendo na série é novo para mim e não posso comparar com os quadrinhos.

O enredo gira em torno do assassinato de Jason Blossom que acontece durante as férias de verão. Além do mistério do assassinato, vamos encontrar triângulos amorosos e muito drama familiar. Na história, acompanhamos Archie, Betty, Verônica, Jughead, Josie e seus amigos que vivem na pequena cidade de Riverdale. A cidade está se recuperando da trágica perda de Jason Blossom. Em meio a perda de Jason, Archie começa a ter uma crise existencial e resolve embarcar na realização de um sonho de se tornar músico, ao mesmo tempo que precisa lidar com seus sentimentos entre Betty e Verônica.

O que mais gostei é que a história é contada por um personagem da série, bem clima Scream sabe? O tom de voz e a história envolvida, causa mais impacto e drama. Se você ainda não está convencido a assistir, dá uma olhada em mais 3 motivos para assistir Riverdale.

1 – Mistério

Lembra bastante a série Scream em questão de mistério. Logo quando se inicia a série apenas sabemos que Jason Blossom desapareceu durante o verão, mas logo seu corpo é encontrado e descobre-se que ele foi assassinado. A partir disso uma série de mistérios toma conta, quando Jason foi assassinato? Porque? Teria ele um caso incestuoso com sua irmã gêmea?

2 – Amizade

Nos deparamos entre o triângulo amoroso entre Archie, Betty e Verônica. Porém é interessante ver as duas meninas, mesmo em meio a brigas colocarem a amizade acima da paixonite do colégio.

3 – Trilha Sonora original

Achei super bacana que a trilha sonora é composta por Josie and the Pussycats, uma banda fictícia formada na série, e elas cantam muito! E quem não gosta de músicas novas? Vale a pena incluir na playlist.

Trailer

Para concluir, eu achei a série bem interessante e o mistério do assassinato será resolvido logo na primeira temporada, o que é ótimo, pois ninguém quer que se arraste igual Pretty Little Liars né. Se você está a procura de uma série com mistério, romance e drama, vale a pena conferir Riverdale.

E aí, já tinha ouvido falar de Riverdale? O que acharam dessa nova série? Deixem nos comentários!

A Escolhida por Amanda Ágatha Costa

Hoje vim compartilhar com vocês minha opinião sobre o livro A Escolhida, da autora Amanda Ágatha Costa. Amanda é uma autora brasileira e trouxe um livro com uma proposta diferente do que eu estava acostumada a ver em autores brasileiros. O livro envolve fantasia, que com exceção de Harry Potter, não é um dos meus gêneros favoritos de se ler. Porém, A Escolhida foi uma surpresa agradável, apesar de ter alguns pontos que considero negativos do meu ponto de vista, o livro é bom e senti muito orgulho em ler uma obra brasileira nesse nível.

Vamos ao resumo:

“Em uma cidade repleta de pessoas desconhecidas, Ari poderia ser apenas mais uma garota perdida na multidão, como tantas outras que foram abandonadas pelos pais. Através de sua aparência impecável e feições delicadas, ninguém conseguiria supor quem ela é e o que gosta de fazer: um anjo com sede de sangue, sempre disposta a ceifar novas vítimas. Porém, tudo muda quando é capturada por dois feiticeiros e levada para o círculo, lugar onde eles vivem sob a liderança de Egran, um homem cruel que não mede esforços para conseguir o que quer. Em meio a várias mudanças repentinas, terá de enfrentar suas convicções a fim de descobrir um lado de si mesma que não imaginava existir. Será que o amor vai fazer brotar a alegria em seu coração? Ou ele irá arrastá-la diretamente para a morte? Ari será capaz de finalmente superar o próprio passado sombrio ou sucumbirá a ele, deixando pelo caminho mais um grande rastro de destruição?

Minha opinião sobre A Escolhida:

No livro conhecemos Ari, ou Ariali como algumas pessoas do Círculo a chamam. Ari é uma criatura nada convencional. Ela é um anjo, possui uma aparência linda e delicada, porém ela não é nada disso internamente. Ari é uma assassina e mata para se alimentar. Os humanos não conseguem ver suas asas, porém outras criaturas conseguem. De tanto matar, as asas de Ari estão caindo aos poucos.

Numa caçada, Ari acaba trombando com Luke e Edlun, que são feiticeiros do qual ela nem sequer sabia da existência. Os dois insistem em levá-la para o chamado Círculo que é onde vivem com outros feiticeiros. O líder do círculo, Egran a quer por perto para que ele consiga prosseguir com seus planos nada benevolentes. Egran não é uma pessoa agradável e dirige o círculo na base do medo.

Ari não aceita ajudar Egran em seus planos, dos quais ele nem sequer revela à ela. Mas mediante a promessa que ele contará sobre seu passado, que ela nada sabe, Ari acaba cedendo.

Cada feiticeiro do Círculo tem um dom e o dom de Luke, o garoto que a levou para o Círculo, é ver o passado das pessoas. Quando ele toca em Ari, acaba vendo seu passado que ainda é segredo para ela e acaba contando a garota sobre o que viu, a revelação a deixa assustada e com medo.

Logo Ari e Luke começam a desenvolver sentimentos um pelo outro, porém, o relacionamento deles é proibido, uma vez que criaturas de espécies diferentes não podem se relacionar. Ari também acaba fazendo amizade com Vincy, irmã de Luke, da qual ela odeia assim que chega no Círculo, mas logo as suas se entendem, além de Vincy, Ari faz amizade com as outras três amigas de Vincy. A garota que sozinha basicamente toda a sua vida, estranha a recepção e o carinho por parte das meninas e o amor de Luke.

Bom, confesso que não gostei da Ari no início. A situação dela era complicada, cresceu sozinha, sem amigos, sem entender quem era ela. Mas ela era muito, muito chata na minha opinião. Sabe aquelas pessoas que não aceitam ouvir as outras, que acha que está sempre com a razão e fica batendo o pé como uma criança/adolescente mimada? Foi a visão que tive dela no começo do livro. Tudo bem que ela estava confusa ao ser levada obrigatoriamente à um meio até então desconhecido para ela, mas né, vamos com calma garota. Mas para a nossa (minha) alegria, ela melhora no decorrer da história.

Outro coisa é que achei o livro um pouco enrolado demais, você chega até a página 100 e basicamente nada de “wowww” tinha acontecido. Muitos diálogos entre Ari e Luke, enquanto Ari tenta entender o que está sentindo e você fica “tá e agora, o que mais vai acontecer?”.

Tirando esses dois pontos, a autora consegue prender nossa atenção e aos poucos você começa a acompanhar o ritmo da história, conforme vai vendo uma incógnita aqui, outra ali e assim vai. Além da história, acompanhamos a evolução de Ari e como ela acaba conhecendo outro lado dela, o lado que não é totalmente impiedoso.

Para concluir, acho que vale muito a pena ler. Ainda mais por ser uma obra brasileira e completamente diferente, pelo menos para mim.

E aí, já tinha ouvido falar do livro A Escolhida? Gosta de livros de fantasia? Deixem nos comentários!

4 motivos para assistir 3%

3% é uma série brasileira produzida pela Netflix. Relutei muito em assistir a série, pois pessoalmente não curto séries brasileiras por não terem o gênero que normalmente assisto. Sou mais ligada em séries de suspense e ficção. Porém 3% foi uma surpresa agradável, pois é diferente de tudo o que já vi aqui do Brasil. Ela tem uma mistura de Blac Mirror, por ser tecnológica e Jogos Vorazes, devido os personagens terem que passar por uma série de provas. A série contém 8 episódios, e com certeza você vai querer terminar no dia. Confira a sinopse abaixo e depois dê uma olhada nos 4 motivos para assistir 3%:

“Começamos com a série ambientada num futuro pós apocalíptico, onde o mundo é agora um lugar devastado. O Continente, como chamam é uma região do Brasil miserável, onde as pessoas passam fome e não tem recurso algum. Porém, quando uma pessoa completa 20 anos de idade, ela tem a chance de passar pelo que eles chamam de Processo, que nada mais é do que provas físicas e psicológicas que oferece as pessoas a chance de ir morar em Mar Alto. Mar Alto consiste em um lugar com recursos e oportunidades, todos sonham em ir para lá, mas só 3% dos inscritos vão conseguir.”

Gostou da sinopse? Então dá uma olhada nesses 4 motivos para assistir 3%:

1 – É diferente

Se você acha que vai começar a assistir e encontrar semelhanças com conteúdos produzidos no Brasil, esquece. 3% é diferente de tudo que você já viu por aqui. Se você já assistiu a série Black Mirror ou aos filmes dos Jogos Vorazes, as chances de você gostar de 3% são altas.

2 – É Complexa

Não é uma série para apenas passar o tempo. 3% é uma série complexa, que deixa o espectador cheio de perguntas, fazendo-o assistir aos episódios um atrás do outro, com esperança que suas perguntas serão respondidas.

3 – É pós apocalíptica e futurista

Quando pensamos em uma série pós apocalíptica, logo imaginamos que os personagens vão passar dificuldades, pois a falta de recursos é mais do que esperada. Porém, em 3%, apesar do mundo destruído há um lugar chamado Mar Alto, onde as pessoas não passam necessidade, tendo recursos em abundância. Esse choque de diferenças, em grau mais elevado, lembra muito a sociedade brasileira e do mundo em geral.

4 – Tem diversidade no Elenco

Estamos acostumados a encontrar personagens com uma certa características na televisão. Porém em 3% encontramos personagens que vão da menina branca à menina negra, tendo até pessoas com deficiência, sendo inclusive protagonistas. É interessante ver todos os tipos de pessoas sendo representadas como protagonistas, pois o mundo é assim não é mesmo? Não temos um padrão de pessoas.

Trailer:

Concluindo, é interessante que a Netflix tenha produzido a séria, dá orgulho ver o Brasil sendo representados por atrizes e atores bons e dando como resultado uma série que gera questionamentos e é de qualidade.

E aí, se interessou pela série? O que achou desses 4 motivos para assistir 3%? Deixem nos comentários.

Harry Potter e a criança amaldiçoada

A oitava história. Dezenove anos depois…

Lembro de quando li as últimas páginas do sétimo livro do Harry Potter a muitos anos atrás. Acabou com Harry levando seu filho Alvo para pegar o trem para Hogwarts. Ficou um gostinho de quero mais. Quando começou a sair notícia que ia sair uma oitava história, contando fatos ocorridos 19 anos depois, como toda boa fã da série de livros, soube que tinha que comprar. Porém diferente dos demais livros, que foram lidos em questão de dias, eu demorei quase um mês para ler Harry Potter e a Criança Amaldiçoada. Li outros livros e fui deixando ele de lado. O motivo é que sinto uma completa aversão por livros escritos como roteiro de peça teatral. Não consigo gostar. Lembro que deixei muitos livros do Shakespeare de lado por ser nesse estilo. Antes de dar minha opinião sobre a história, confira abaixo a sinopse do livro.

“Sempre foi difícil ser Harry Potter, e não é mais fácil agora que ele é um sobrecarregado funcionário do Ministério da Magia, marido e pai de três crianças em idade escolar. Enquanto Harry lida com um passado que se recusa a ficar para trás, seu filho mais novo, Alvo, deve lutar com o peso de um legado de família que ele nunca quis. À medida que passado e presente se fundem de forma ameaçadora, ambos, pai e filho, aprendem uma incômoda verdade: às vezes as trevas vêm de lugares inesperados.”

Como podemos ver pela sinopse, a história é centrada no filho de Harry, Alvo Severo Potter, o garoto que levou o nome de dois grandes diretores de Hogwarts. Foi legal ler uma sequência da história dos três amigos Harry, Rony e Hermione, embora, como já dito, eles não sejam totalmente o foco da história. Por ser uma edição especial de roteiro de peça teatral, a história é contada focando apenas em diálogos, o que me deixou um pouco com o pé atrás, pois gosto de ler livros que sejam enriquecidos em detalhes, pois conseguimos formar imagens praticamente completas na nossa mente. Mas era de se esperar, afinal é uma peça de teatro.

Começamos o livro com Harry levando Alvo para pegar o trem para Hogwarts pela primeira vez. Todos esperam encontrar super garoto badass que leva o nome da família e tudo mais. Porém, aos olhos das pessoas, Alvo é praticamente um perdedor. Logo nas primeiras páginas, os anos passam rapidamente, e vemos Alvo se tornando um garoto recluso, sem nenhum destaque na escola, tendo apenas um único amigo, Escórpio, que acreditem ou não, é filho de Draco Malfoy, o grande inimigo de Harry nos tempos de escola.

Dessa parte eu gostei muito, pois apesar das diferenças dos pais, os meninos pouco se importam com os comentários sobre eles e se tornam grandes amigos, formando um forte laço de amizade, o que torna Alvo bem parecido com Harry nesse sentido, considerando que ambos valorizam muito a amizade.

Com a intenção de provar algo a seu pai, Alvo acaba roubando um Vira Tempo e juntamente com Escórpio, resolve voltar no tempo e salvar a vida de Cedrico Diggory durante o Torneio Tribuxo. A partir disso, uma série de complicações ocorrem, que só lendo o livro para saber.

Minhas considerações sobre os personagens de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada não são muito favoráveis. Para minha surpresa, gostei mais do filho do Draco Malfoy do que do filho de Harry. Alvo, ao meu ver, é um garoto egoísta que vê tudo a sua volta de forma negativa e culpa Harry pelos seus problemas. Já Escórpio, filho de Draco, apesar do legado nada bom da família, é um garoto amigável e que aguenta Alvo e seus problemas, sem reclamar. Sobre Harry, Rony e Hermione, os personagens não foram muito explorados na fase adulta. Não sei se é por isso inclusive, mas apesar de ser a oitava história do mundo Harry Potter, não senti aquela conexão com a história original, não me senti envolvida com os personagens e para mim pareceu apenas mais um livro. Se você é fã de Harry Potter, claro que vale a pena conferir Harry Potter e a Criança Amaldiçoada. Pois apesar de tudo é uma história de Harry Potter.

E aí, já leu Harry Potter e a criança amaldiçoada? O que achou? Deixe nos comentários!