Resenha Única Filha por Anna Snoekstra

Anna Snoekstra é uma autora australiana e o livro Única Filha foi a primeira obra que li dela. O gênero é um Thriller, misturado com um Suspense policial. Gostei muito do livro e fiquei sabendo que os direitos autorais já foram vendidos para que vire filme.

Sinopse:

“Em 2003, Uma Adolescente De 16 Anos desapareceu. Rebecca Winter estava curtindo suas férias de verão. Trabalhava em uma lanchonete, tinha uma queda por um rapaz mais velho e saía com sua melhor amiga. Mas coisas estranhas surgiam ao seu redor: ela encontrou sangue em sua cama, passou a ter surtos de amnésia, sentia-se vigiada. Ainda assim, nada disso preparou Rebecca Winter para o que estava prestes a acontecer. Onze anos depois, a garota desaparecida foi substituída. Para fugir da prisão, uma jovem mulher declara ser a adolescente desaparecida anos atrás. A impostora assume a vida de Rebecca Winter. Dorme em sua cama. Abraça seu pai e sua mãe. Aprende os nomes de suas melhores amigas. Brinca com seus irmãos. Mas a família e os amigos de Rebecca não são quem dizem ser.”

Minha opinião:

Fui convencida a levar o livro só pela sinopse, é o tipo de livro que eu adoro ler. Prende a atenção do leitor com o suspense e o final é surpreendente. Durante a leitura, acompanhamos duas histórias, a da verdadeira Rebecca Winter antes do seu desaparecimento e da garota que a substitui no tempo presente. A garota que substitui Rebecca, é presa ao tentar roubar uma loja. Para fugir da prisão, se declara como sendo a garota de 16 anos que tinha desaparecido 11 anos antes.

Por ser muito parecida com Rebecca Winters, ninguém desconfia que ela não é a filha, amiga e irmã que se declara ser, fora que 11 anos tinham se passado. Logo sua nova vida começa a não ser tão perfeita assim, pois a pessoa que desapareceu com Rebecca pode estar a espreita, sabendo que ela não é a verdadeira. Logo a falsa Rebecca começa a achar que cometeu um erro ao se passar por Rebecca Winters.

O livro tem muito suspense que vai aumentando a cada página, nos prendendo do começo ao fim. Durante a leitura, você começa a suspeitar dos personagens, mas te garanto que o final não vai ser nada do que você espera.

Enfim, gostei muito de Única Filha e se você está a procura de um bom livro para ler, recomendo esse sem sombra de dúvidas, é extremamente viciante e dá para terminar rápido.

Vocês já conheciam Única Filha? O que acham de suspense policial? Deixem nos comentários!

Resenha: A Garota do Lago por Charlie Donlea

Tenho lido tanto livro ultimamente que tenho resenhas planejadas até para o próximo mês, e todos os livros que li, foram impressionantes e precisam ser lidos. Com A Garota do Lago não foi diferente. É um livro de suspense/thriller policial, onde na sinopse já podemos ler “Alguns lugares parecem belos demais para serem tocados pelo horror…”. Bem legal né, se você curte livros desse gênero, dá uma olhada abaixo:

Sinopse:

“Summit Lake, uma pequena cidade entre montanhas, é esse tipo de lugar, bucólico e com encantadoras casas dispostas à beira de um longo trecho de água intocada. Duas semanas atrás, a estudante de direito Becca Eckersley foi brutalmente assassinada em uma dessas casas. Filha de um poderoso advogado, Becca estava no auge de sua vida. Atraída Instintivamente pela notícia, a repórter Kelsey Castle vai até a cidade para investigar o caso. …E Logo Se Estabelece Uma Conexão Íntima Quando Um Vivo Caminha Nas Mesmas Pegadas Dos Mortos…E enquanto descobre sobre as amizades de Becca, sua vida amorosa e os segredos que ela guardava, a repórter fica cada vez mais convencida de que a verdade sobre o que aconteceu com Becca pode ser a chave para superar as marcas sombrias de seu próprio passado.”

Minha Opinião:

O livro A Garota do Lago é o livro de estreia de Charlie Donlea e que estreia! Logo quando começamos a leitura, podemos viver junto com Becca seus últimos momentos de vida.

“Ferida e sangrando, Becca ficou ali, desfalecida, acordando cada vez que ele a maltratava em ondas coléricas, violentas”.

Após esse início eletrizante, continuamos a leitura entre passado e presente. Onde podemos conhecer a vida de Becca desde 14 meses antes da sua morte. Nesses capítulos, podemos conhecer Becca, que estudava advocacia e seus amigos. No presente, acompanhamos a reporter Kelsey Castle à medida que a mesma investiga a morte de Becca.

Kelsey se identifica com Becca e faz de tudo para descobrir a verdade, mesmo que isso à leve para a prisão. A morte de Becca fica cada vez mais suspeita, à medida que Kelsey sente que alguém está tentando encobrir algumas informações importantes da noite que Becca morreu.

Vale muito a pena ler, é um bom thriller para ler numa tarde preguiçosa e chuvosa! E aí, já tinham ouvido falar de A Garota do Lago? Deixem nos comentários!

3 livros favoritos da minha estante

Hoje venho falar de 3 livros favoritos da minha estante. Caso você esteja procurando por uma nova leitura, pode gostar da dica. Tenho vários livros que gosto e guardo com carinho, mas esses três que vou comentar, tem estado na minha lista de favoritos por muito tempo. São eles:

  • Orgulho e Preconceito – Jane Austen
  • A Casa Torta – Agatha Christie
  • Girlboss – Sophia Amaruso

Cada um deles, possui um gênero e uma proposta diferente. ORGULHO E PRECONCEITO parece ser apenas mais um romance de época da Jane Austen, mas na verdade, conseguimos identificar uma mensagem no livro através da personagem de Elisabeth Bennet, do qual é não podemos julgar as pessoas apenas pela aparência.

A CASA TORTA é um livro policial de Agatha Christie que acho muito interessante, nos faz exercitar nosso cérebro em busca da verdade enquanto fazemos a leitura, que no final é surpreendente e mesmo sendo ficção, podemos ver  o quanto o ser humano é ardiloso.

E por fim, temos GIRBOSS, que é uma autobiografia de Sophia Amaruso do qual podemos aprender muito com a leitura, podemos e devemos ir atrás dos nossos sonhos e objetivos e não importa o que falem, também somos uma Girlboss na vida.

Caso tenha se interessado por alguma dessas leituras, dá uma olhada na sinopse de cada uma das obras:

1 – Orgulho e Preconceito

“O romance retrata a relação entre Elizabeth Bennet (Lizzy) e Fitzwilliam Darcy na Inglaterra rural do século XVIII. Lizzy possui outras quatro irmãs, nenhuma delas casadas, o que a Sra. Bennet, mãe de Lizzy, considera um absurdo. Quando o Sr. Bingley, jovem bem sucedido, aluga uma mansão próxima da casa dos Bennet, a Sra. Bennet vê nele um possível marido para uma de suas filhas. Enquanto o Sr. Bingley é visto com bons olhos por todos, o Sr. Darcy, por seu jeito frio, é mal falado. Lizzy, em particular, desgosta imensamente dele, por ele ter ferido seu orgulho na primeira vez em que se encontram. A recíproca não é verdadeira. Mesmo com uma má primeira impressão, Darcy realmente se encanta por Lizzy, sem que ela saiba do fato. A partir daí o livro mostra a evolução do relacionamento entre eles e os que os rodeiam, mostrando também, desse modo, a sociedade do final do século XVIII.”

2 – A Casa Torta

“Nos arredores de Londres há uma mansão com uma inusitada característica: ela é torta. É ali que o milionário octogenário Aristide Leonides mora com a esposa, cinquenta anos mais jovem, além de filhos, noras, netos e uma cunhada, irmã da primeira mulher. Quando a polícia descobre que o patriarca foi envenenado, todos os habitantes da casa se tornam suspeitos, e a discórdia passa a imperar entre os membros da família – sobretudo, olhares desconfiados recaem sobre a jovem viúva. A neta mais velha de Aristide, Sophia, junta-se ao namorado para tentar chegar ao fundo do mistério sobre a morte do avô.”

3 – Girlboss

“Sophia Amoruso passou a adolescência viajando de carona, furtando em lojas e revirando caçambas de lixo. Aos 22 anos ela havia se conformado em ter um emprego, mas ainda estava sem grana, sem rumo e fazendo um trabalho medíocre que assumiu por causa do seguro-saúde. Foi aí que Sophia decidiu começar a vender roupas de brechó no eBay. Oito anos depois, ela é a fundadora, CEO e diretora criativa da Nasty Gal, uma loja virtual de mais de 100 milhões de dólares, com mais de 350 funcionários. Além da história de Sophia, o livro cobre vários outros assuntos e prova que ser bem-sucedido não tem nada a ver com a sua popularidade; o sucesso tem mais a ver com confiar nos seus instintos e seguir a sua intuição. Uma história inspiradora para qualquer pessoa em busca do seu próprio caminho para o sucesso.”

E aí, o que acharam desses 3 livros favoritos da minha estante? Qual ou quais livros também passaram uma mensagem significativa para vocês? Deixem nos comentários!

 

A lição que o livro Pollyanna nos ensina

Acredito que a maioria das pessoas conhece o livro Pollyanna de Eleanor H. Porter. Um clássico da literatura infantil-juvenil, Pollyanna deve ser lido pelo menos uma vez na vida. A primeira vez que li a obra, ainda estava no ensino fundamental e confesso que não gostei nem um pouco do livro. Isso porque na época, eu não entendi a mensagem que o livro passava. Hoje, após ter lido novamente o livro há algumas semanas, compartilho com vocês, a lição que o livro Pollyanna nos ensina. Antes de me aprofundar nesse tópico, deixe-me explicar do que se trata a história.

No livro, acompanhamos Pollyanna. Uma garota de 11 anos que vive apenas com seu pai, um pastor. Porém, a garota perde o pai, ficando órfã e é enviada para viver com sua tia Polly num pequeno povoado inglês. Tia Polly é uma senhora amarga, que recebe a menina apenas como um dever. Logo a menina começa a contagiar os moradores com o jogo do contente, que ela aprendeu com seu pai, no qual consiste em ver o lado bom das coisas.

Após ter lido o livro novamente, com uma visão e experiência de vida diferente, consigo ver o quanto a leitura de Pollyanna é importante para qualquer idade. As vezes só enxergamos o lado ruim de qualquer coisa e consequentemente atraímos mais coisas negativas na nossa vida. E acaba que nunca estamos satisfeitos.

É como ganhar um bolo de chocolate e querer um bolo de cenoura e não ficar satisfeita com o presente. No livro, aprendemos que sempre há um lado bom para qualquer acontecimento nas nossas vidas. Esse é um exemplo simples para entendermos como funciona o jogo. No livro, Pollyanna diria que deveríamos ficar contente em ter ganhado o bolo de chocolate e não o de cenoura, caso contrário nunca saberíamos o quão gostoso é um bolo de chocolate.

Podemos levar essa lição para a nossa vida, por exemplo, um funcionário que não recebe um aumento pelo qual estava esperando. Ele pode ficar contente, pois mesmo não recebendo o aumento, ele ainda tem um emprego e não foi demitido. Assim, consequentemente acabaremos em ver o lado bom de tudo, naturalmente.

E aí, o que acharam sobre a lição que o livro Pollyanna nos ensina? Já leram o livro? Deixem nos comentários!

Resenha – O casal que mora ao lado – Shari Lapena

A coisa mais gostosa que tem é circular pela livraria procurando por livros que te fazem querer sentar ali mesmo e começar a ler. Foi assim quando peguei o livro O Casal que mora ao lado, na Saraiva. Li a sinopse e me cativou completamente. E devo dizer que a sinopse fez jus a história, pois foi uma das melhores obras que já li.

Sinopse:

“É o aniversário de Graham, e sua esposa, Cynthia, convida os vizinhos, Anne e Marco Conti, para um jantar. Marco acha que isso será bom para a esposa; afinal, ela quase nunca sai de casa desde o nascimento de Cora e da depressão pós-parto. Porém, Cynthia pediu que não levassem a filha. Ela simplesmente não suporta crianças chorando.

Marco garante que a bebê vai ficar bem dormindo em seu berço. Afinal, eles moram na casa ao lado. Podem levar a babá eletrônica e se revezar para dar uma olhada na filha. Tudo vai dar certo. Porém, ao voltarem para a casa, a porta da frente está aberta; Cora desapareceu. Logo o rapto da filha faz Anne e Marco se envolverem em uma teia de mentiras, que traz à tona segredos aterradores.”

O que eu achei:

A história de O Casal que mora ao lado é bem envolvente. Começamos com Marco e Anne indo jantar na casa dos vizinhos e deixando a filha bebê de 6 meses em casa sozinha. O casal fica olhando (ou melhor, ouvindo) a filha por um monitor de bebê que está sem imagem e eles conseguem só ouvir o som. E eles ainda concordam entre si de ir dar uma olhada na filha de 30 em 30 minutos.

Quem deixaria a filha bebê sozinha não é mesmo? Mas deixando isso de lado, parece que o plano está dando certo. Eles passam a noite checkando a filha e quando vão embora, por volta da 1 da manhã, a menina tinha desaparecido. O mundo parece desabar para o casal, principalmente para Anne, que sofre de depressão pós parto. Conforme a polícia chega e começa a fazer perguntas, parece que não é um simples sequestro. Aos poucos, segredos vão sendo revelados e para nossa sorte logo na metade do livro já descobrimos muita coisa, inclusive quem levou a menina.

Enfim, é um bom livro que aguça a nossa curiosidade e nos faz querer continuar lendo para saber como vai ser o desfecho. Se você está a procura de um bom livro de mistério e policial, vale a pena conferir esse.

E aí, o que acharam da resenha de O casal que mora ao lado? Já conheciam? Deixem nos comentários!

Nunca olhe para dentro por Amanda Ágatha Costa

Hoje contamos com post extra na semana para compartilhar uma obra bem bacana da autora Amanda Ágatha Costa com o título de Nunca olhe para dentro. A moça já publicou o livro A Escolhida, que inclusive tem resenha aqui no blog.

Mas como o talento dela não é pouco, já temos a vista uma nova obra com lançamento previsto para agosto/setembro na Amazon. Para deixar um gosto de quero mais e você já incluir na sua wishlist, confira abaixo a sinopse.

“Nem sempre a vida é colorida como um quadro ou suave como uma pincelada, às vezes é o contrário de tudo isso. Depois de perder os pais em um acidente de carro aos oito anos de idade, a única coisa que Betina precisa fazer é encontrar o responsável por ter destruído sua família na noite que daria início à sua próspera carreira como pintora.
Agora longe dos pinceis e das paletas, ela está focada em terminar a primeira graduação e procurar na justiça um pouco de consolo para o caos que o seu passado ainda traz.
Ao lado de seus amigos e sob o teto de uma tia que a detesta, ela perceberá de que cores as pessoas são feitas, e do quanto é realmente necessário olhar para dentro de tudo aquilo que a assombra, mesmo que para isso precise passar por uma inesperada decepção.”

Incrível não é mesmo gente? Quem mais está ansiosa para chegar logo Agosto e dar uma conferida em Nunca olhe para dentro? Deixem nos comentários!

Livro Recados do Bem

Recados do Bem é um livro de não ficção. Está mais para uma agenda, ou, planner. O livro foi escrito por Ariane Freitas e Jéssica Grecco, que criaram o perfil Indiretas do Bem no Instagram.

No perfil encontramos textos e frases curtas que nos incentivam a ver a vida de forma positiva, além de compartilhar frases de esperança, amor próprio e motivação que nos faz refletir sobre tudo ao nosso redor.

“Este livro foi inspirado no projeto do @instadobem e traz 52 textos pensados para te ajudar a enxergar a vida de forma mais positiva. Com ele você também pode planejar, semana a semana, a prática de novas ideias e de novos olhares sobre a vida que leva. Com certeza seu ano não terminará da mesma forma que começou.”

Eu já tinha visto resenhas sobre o livro e fiquei encantada, pois curto demais textos motivacionais, inspiradores e positivos. A compilação de textos que abordam esses assuntos, foi o que me levou a comprar o livro Recados do Bem.

Além de ser um planner, Recados do Bem nos apresenta 52 textos, abordando os assuntos citados acima que podem ser divididos semanalmente. Toda semana tem um texto novo e no rodapé da página encontramos dicas de músicas que tem a ver com o assunto sendo tratado no texto.

É um livro pequeno e encantador, com uma linda capa dura e ilustrações nas páginas, o que deixa a leitura leve e dinâmica. Recados do Bem é para se ter na cabeceira da cama e ler sempre que estiver precisando de uma mensagem do bem.

E aí, vocês já tinham ouvido falar de Recados do Bem? O que acham de livros inspiradores assim? Deixem nos comentários!

A Escolhida por Amanda Ágatha Costa

Hoje vim compartilhar com vocês minha opinião sobre o livro A Escolhida, da autora Amanda Ágatha Costa. Amanda é uma autora brasileira e trouxe um livro com uma proposta diferente do que eu estava acostumada a ver em autores brasileiros. O livro envolve fantasia, que com exceção de Harry Potter, não é um dos meus gêneros favoritos de se ler. Porém, A Escolhida foi uma surpresa agradável, apesar de ter alguns pontos que considero negativos do meu ponto de vista, o livro é bom e senti muito orgulho em ler uma obra brasileira nesse nível.

Vamos ao resumo:

“Em uma cidade repleta de pessoas desconhecidas, Ari poderia ser apenas mais uma garota perdida na multidão, como tantas outras que foram abandonadas pelos pais. Através de sua aparência impecável e feições delicadas, ninguém conseguiria supor quem ela é e o que gosta de fazer: um anjo com sede de sangue, sempre disposta a ceifar novas vítimas. Porém, tudo muda quando é capturada por dois feiticeiros e levada para o círculo, lugar onde eles vivem sob a liderança de Egran, um homem cruel que não mede esforços para conseguir o que quer. Em meio a várias mudanças repentinas, terá de enfrentar suas convicções a fim de descobrir um lado de si mesma que não imaginava existir. Será que o amor vai fazer brotar a alegria em seu coração? Ou ele irá arrastá-la diretamente para a morte? Ari será capaz de finalmente superar o próprio passado sombrio ou sucumbirá a ele, deixando pelo caminho mais um grande rastro de destruição?

Minha opinião sobre A Escolhida:

No livro conhecemos Ari, ou Ariali como algumas pessoas do Círculo a chamam. Ari é uma criatura nada convencional. Ela é um anjo, possui uma aparência linda e delicada, porém ela não é nada disso internamente. Ari é uma assassina e mata para se alimentar. Os humanos não conseguem ver suas asas, porém outras criaturas conseguem. De tanto matar, as asas de Ari estão caindo aos poucos.

Numa caçada, Ari acaba trombando com Luke e Edlun, que são feiticeiros do qual ela nem sequer sabia da existência. Os dois insistem em levá-la para o chamado Círculo que é onde vivem com outros feiticeiros. O líder do círculo, Egran a quer por perto para que ele consiga prosseguir com seus planos nada benevolentes. Egran não é uma pessoa agradável e dirige o círculo na base do medo.

Ari não aceita ajudar Egran em seus planos, dos quais ele nem sequer revela à ela. Mas mediante a promessa que ele contará sobre seu passado, que ela nada sabe, Ari acaba cedendo.

Cada feiticeiro do Círculo tem um dom e o dom de Luke, o garoto que a levou para o Círculo, é ver o passado das pessoas. Quando ele toca em Ari, acaba vendo seu passado que ainda é segredo para ela e acaba contando a garota sobre o que viu, a revelação a deixa assustada e com medo.

Logo Ari e Luke começam a desenvolver sentimentos um pelo outro, porém, o relacionamento deles é proibido, uma vez que criaturas de espécies diferentes não podem se relacionar. Ari também acaba fazendo amizade com Vincy, irmã de Luke, da qual ela odeia assim que chega no Círculo, mas logo as suas se entendem, além de Vincy, Ari faz amizade com as outras três amigas de Vincy. A garota que sozinha basicamente toda a sua vida, estranha a recepção e o carinho por parte das meninas e o amor de Luke.

Bom, confesso que não gostei da Ari no início. A situação dela era complicada, cresceu sozinha, sem amigos, sem entender quem era ela. Mas ela era muito, muito chata na minha opinião. Sabe aquelas pessoas que não aceitam ouvir as outras, que acha que está sempre com a razão e fica batendo o pé como uma criança/adolescente mimada? Foi a visão que tive dela no começo do livro. Tudo bem que ela estava confusa ao ser levada obrigatoriamente à um meio até então desconhecido para ela, mas né, vamos com calma garota. Mas para a nossa (minha) alegria, ela melhora no decorrer da história.

Outro coisa é que achei o livro um pouco enrolado demais, você chega até a página 100 e basicamente nada de “wowww” tinha acontecido. Muitos diálogos entre Ari e Luke, enquanto Ari tenta entender o que está sentindo e você fica “tá e agora, o que mais vai acontecer?”.

Tirando esses dois pontos, a autora consegue prender nossa atenção e aos poucos você começa a acompanhar o ritmo da história, conforme vai vendo uma incógnita aqui, outra ali e assim vai. Além da história, acompanhamos a evolução de Ari e como ela acaba conhecendo outro lado dela, o lado que não é totalmente impiedoso.

Para concluir, acho que vale muito a pena ler. Ainda mais por ser uma obra brasileira e completamente diferente, pelo menos para mim.

E aí, já tinha ouvido falar do livro A Escolhida? Gosta de livros de fantasia? Deixem nos comentários!

Onde cantam os pássaros – Evie Wyld

Comprei Onde Cantam os Pássaros pensando que ia encontrar uma história de suspense e terror, porém o enredo está mais para um drama psicológico. A capa é linda, com tons de rosa e a borda das páginas é preta, não era para esperar menos da Editora Darkside que sempre publica livros lindíssimos. Comprei o livro num passeio à uma livraria, então não sabia nada sobre ele, a não ser pela sinopse que me chamou a atenção. Estava super ansiosa para ler o livro, porém, minha decepção foi enorme. Antes de falar mais sobre alguns pontos do livro, confira a sinopse:

“No premiado romance de Evie Wyld, a fazendeira Jake White leva uma vida simples numa ilha inglesa. Suas únicas companhias são rochedos, a chuva incessante, suas ovelhas e um cachorro, que atende pelo nome de Cão. Tendo escolhido a solidão por vontade própria, Jake precisa lidar com acontecimentos recentes que põem em dúvida o quanto ela realmente está sozinha – e o quanto estará segura. De tempos em tempos, uma de suas ovelhas aparece morta, o que pode ser muito bem obra das raposas que habitam a floresta próxima à sua fazenda. Ou de algo pior. Um menino perdido, um homem estranho, rumores sobre uma fera e fantasmas do seu próprio passado atormentam a vida de uma mulher que sonha com a redenção. Fonte: Saraiva

Primeiro Ponto:

Onde cantam os pássaros foi um dos livros que mais demorei ler. Isso porque ele é extremamente confuso e a leitura não é agradável, o que acaba deixando você um pouco entendiado. Demorei a descobrir que em um capítulo era o presente da personagem e o outro era o passado, só que na ordem inversa! Ou seja, ia regredindo, e o que é pior, não tinha nada informando no início dos capítulos, você tem que meio descobrir por você mesma.

Segundo Ponto:

O livro ter uma linguagem bem adulta, com muitos palavrões. Nada contra ter palavrões nos livros, mas esse tem em excesso, o que é até meio cansativo.

Terceiro Ponto:

Fiquei tentando entender quando ia começar a aparecer algo de terror no livro, porém é outra coisa que a autora nos engana muito bem. Conseguimos ver o quanto é complexa a trama aqui. Na verdade não tem nada de terror no livro, o enredo explora a situação psicológica de Jake e o fato que ela sofre de depressão.

Tirando esses dois primeiros pontos que considero negativos, Onde Cantam os Pássaros traz uma leitura interessante que faz você pensar e ler o livro com atenção. Honestamente se eu tivesse lido resenhas antes, acredito que não teria comprado o livro, mas essa é apenas minha opinião pessoal.

E aí, vocês já tinham ouvido falar de Onde Cantam os Pássaros? Gostam de livros com dramas psicológicos? Deixem nos comentários!

Harry Potter e a criança amaldiçoada

A oitava história. Dezenove anos depois…

Lembro de quando li as últimas páginas do sétimo livro do Harry Potter a muitos anos atrás. Acabou com Harry levando seu filho Alvo para pegar o trem para Hogwarts. Ficou um gostinho de quero mais. Quando começou a sair notícia que ia sair uma oitava história, contando fatos ocorridos 19 anos depois, como toda boa fã da série de livros, soube que tinha que comprar. Porém diferente dos demais livros, que foram lidos em questão de dias, eu demorei quase um mês para ler Harry Potter e a Criança Amaldiçoada. Li outros livros e fui deixando ele de lado. O motivo é que sinto uma completa aversão por livros escritos como roteiro de peça teatral. Não consigo gostar. Lembro que deixei muitos livros do Shakespeare de lado por ser nesse estilo. Antes de dar minha opinião sobre a história, confira abaixo a sinopse do livro.

“Sempre foi difícil ser Harry Potter, e não é mais fácil agora que ele é um sobrecarregado funcionário do Ministério da Magia, marido e pai de três crianças em idade escolar. Enquanto Harry lida com um passado que se recusa a ficar para trás, seu filho mais novo, Alvo, deve lutar com o peso de um legado de família que ele nunca quis. À medida que passado e presente se fundem de forma ameaçadora, ambos, pai e filho, aprendem uma incômoda verdade: às vezes as trevas vêm de lugares inesperados.”

Como podemos ver pela sinopse, a história é centrada no filho de Harry, Alvo Severo Potter, o garoto que levou o nome de dois grandes diretores de Hogwarts. Foi legal ler uma sequência da história dos três amigos Harry, Rony e Hermione, embora, como já dito, eles não sejam totalmente o foco da história. Por ser uma edição especial de roteiro de peça teatral, a história é contada focando apenas em diálogos, o que me deixou um pouco com o pé atrás, pois gosto de ler livros que sejam enriquecidos em detalhes, pois conseguimos formar imagens praticamente completas na nossa mente. Mas era de se esperar, afinal é uma peça de teatro.

Começamos o livro com Harry levando Alvo para pegar o trem para Hogwarts pela primeira vez. Todos esperam encontrar super garoto badass que leva o nome da família e tudo mais. Porém, aos olhos das pessoas, Alvo é praticamente um perdedor. Logo nas primeiras páginas, os anos passam rapidamente, e vemos Alvo se tornando um garoto recluso, sem nenhum destaque na escola, tendo apenas um único amigo, Escórpio, que acreditem ou não, é filho de Draco Malfoy, o grande inimigo de Harry nos tempos de escola.

Dessa parte eu gostei muito, pois apesar das diferenças dos pais, os meninos pouco se importam com os comentários sobre eles e se tornam grandes amigos, formando um forte laço de amizade, o que torna Alvo bem parecido com Harry nesse sentido, considerando que ambos valorizam muito a amizade.

Com a intenção de provar algo a seu pai, Alvo acaba roubando um Vira Tempo e juntamente com Escórpio, resolve voltar no tempo e salvar a vida de Cedrico Diggory durante o Torneio Tribuxo. A partir disso, uma série de complicações ocorrem, que só lendo o livro para saber.

Minhas considerações sobre os personagens de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada não são muito favoráveis. Para minha surpresa, gostei mais do filho do Draco Malfoy do que do filho de Harry. Alvo, ao meu ver, é um garoto egoísta que vê tudo a sua volta de forma negativa e culpa Harry pelos seus problemas. Já Escórpio, filho de Draco, apesar do legado nada bom da família, é um garoto amigável e que aguenta Alvo e seus problemas, sem reclamar. Sobre Harry, Rony e Hermione, os personagens não foram muito explorados na fase adulta. Não sei se é por isso inclusive, mas apesar de ser a oitava história do mundo Harry Potter, não senti aquela conexão com a história original, não me senti envolvida com os personagens e para mim pareceu apenas mais um livro. Se você é fã de Harry Potter, claro que vale a pena conferir Harry Potter e a Criança Amaldiçoada. Pois apesar de tudo é uma história de Harry Potter.

E aí, já leu Harry Potter e a criança amaldiçoada? O que achou? Deixe nos comentários!